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  • criacao534

one's lifestyle: se amar é preciso

Antes de começar a ler, peço para que não venha com aquele olhar de “a mas esse tema já está batido”. Vivemos hoje em uma sociedade que luta por direitos iguais entre os gêneros e a cada dia avança com as novas gerações que chegam desconstruindo tudo. No entanto, não é difícil escutar em rodas de conversa pessoas, principalmente mulheres, se cobrando e falando frases do tipo “ isso eu posso e isso eu não posso”.


Apesar dos avanços, quando o assunto é padrões de beleza e amor próprio ainda falta bastante. Somos pautados pela mídia que, por sua vez, estabelece padrões de beleza praticamente inalcançáveis. Mesmo que já haja muita desconstrução, o senso comum ainda espera e caracteriza como belo um corpo perfeito, cabelos maravilhosos e pele impecável. Desse modo surgiu o conceito de ditadura da beleza.



Há quem diga que vale à pena qualquer artifício, desde pílulas emagrecedoras, dietas mirabolantes, procedimentos cirúrgicos, cosméticos e outros inúmeros “caminhos” para chegar ao corpo desejado. Padrões de beleza estão muitas vezes aí apenas para nos ensinar a não gostar de alguma parte de nós, seja ela do corpo ou da personalidade. Não sabemos como quebrar esse comportamento autocrítico, mas sabemos que precisamos começar a falar mais sobre ele.


Algumas marcas nos mostram como o apoio de grandes nomes e campanhas que abordam diversidade e empoderamento são cada vez mais especiais. Assim como as pessoas querem marcas que tenham propósito, as marcas que assumem uma posição de protagonista de uma causa também, conseguem atingir diferentes núcleos e agregar visibilidade para o assunto através de uma conversa.


De acordo com pesquisas, as pessoas com auto visões negativas às vezes são atraídas por aqueles que as vêem como elas se veem - ou seja, negativamente. A baixa auto-estima também está ligada a se sentir menos merecedora de felicidade, o que pode levar as pessoas a tolerar um tratamento inadequado. A verdadeira felicidade está atrelada na liberdade de ser você mesma.


Aceitar seus defeitos e suas falhas é uma coisa, mas amar uma pessoa que pode ter seus pensamentos, suas emoções, seus vícios e seus erros? Esse é um nível completamente superior de amor próprio. Descubra sua história de vida. Trace seu caminho desde a infância até a pessoa que você é agora. Entenda-se da maneira mais íntima possível e descubra o motivo de cada emoção negativa, cada ato vergonhoso, cada palavra e ação de que você agora se arrepende. Tire os esqueletos de seu armário e tente se lembrar por que eles estão lá em primeiro lugar.


Já comentamos por aqui, mas é sempre bom reforçar. Tire um tempo para você, um tempo para se reconectar com sua essência e se fortalecer. Quando amamos a nós mesmos, é mais provável que sejamos felizes e aproveitemos a vida, porque nos sentimos felizes por nós mesmos. Seja feliz, se jogue e confie em você e no seu potencial.


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