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Microinterações (experiência do usuário)

Hoje em dia, as empresas precisam estar constantemente conectadas ou relevantes para seus usuários, e uma das melhores maneiras de fazer isso é impulsionar o envolvimento do cliente e criar experiências memoráveis. Existem muitas maneiras de construir isso, através de mecanismos de otimização de busca (SEO), com aplicativos web, aplicativos móveis e muitas outras, no entanto uma que é um enorme potencial e muitas vezes acaba esquecida é a chamada Microinteração.



Microinterações são as pequenas animações ou respostas visuais que os usuários veem quando realizam certas ações, como quando inserimos uma senha ao fazer um login e recebemos a informação de que ela está incorreta ou quando ao clicar no botão de download, e você vê o processo ocorrendo por meio de uma animação. Isso pode parecer frívolo no início, mas a microinteração tem um impacto psicológico significativo sobre os usuários.


Muitos de nós realizamos inúmeras microinterações todos os dias sem perceber. Sempre que você se envolve em um movimento simples e rápido (como a ação da tela do telefone bloqueado), você está tendo uma microinteração. Com qualquer interação, há uma ação e uma reação. Um usuário executa uma ação para a qual a interface executa uma reação e informa ao usuário que executou aquela ação com êxito.


Apesar de pequenas, as microinterações têm um grande poder de tornar a experiência de uso de um produto mais efetiva e humana. Uma das maiores vantagens de usar a tecnologia vem através da capacitação e envolvimento do usuário. Uma experiência agradável significa mais do que apenas usabilidade - ela precisa ser envolvente e é aí que as microinterações podem desempenhar um papel macro, contribuindo positivamente para a aparência de um produto ou serviço.


Microinterações não se limitam a sites. Assistentes baseados em voz, como o Google Home, usam delas para se comunicar no modo de espera ao aguardar um comando do usuário. Depois que o usuário diz 'Ok Google', o dispositivo exibe uma animação circular de quatro pontos. Quase instantaneamente, os pontos formam um diamante com um movimento sutil e oscilante. Por meio desse feedback visual, o usuário sabe que o dispositivo está ouvindo e pode fazer uma pergunta do tipo: 'Como está o tempo?'.


Microinterações não devem ser fofas e devem sempre servir a um propósito - mas isso não significa que não devam incorporar uma marca. Se sua marca é divertida e colorida, não há problema em deixar isso transparecer em suas microinterações. Alternativamente, se sua marca for profissional e confiável, usar algo cômico, em sua microinteração puxar para refrescar não é aconselhável.

Como não usar as micro-interações:

  • Não exagere. As microinterações não devem parecer estranhas ou demorar muito para carregar.

  • A primeira vez que alguém experimenta a microinteração não deve se sentir o mesmo quando a usa pela 10ª ou 100ª vez. Faça as microinterações adaptáveis ​​ao contexto.

  • Não comece do nada. Entenda seus usuários, suas motivações e o contexto conduzindo pesquisas de usuários.

  • Lembre-se de que o objetivo é que essas interações sejam sutis e eficazes. Certifique-se de que o estilo da microinteração se ajusta naturalmente ao estilo geral do design de sua interface.

Microinterações bem projetadas podem causar um grande impacto na experiência do usuário. Eles agregam valor servindo como um meio de comunicação com o usuário. As microinterações fornecem feedback visual do status do sistema ou ajudam os usuários a evitar erros. Além disso, as microinterações podem enriquecer seu produto ao comunicar a marca, o que estimula os usuários a escolher seu produto em vez de seus concorrentes. Em suma, esses pequenos detalhes podem transformar um bom produto em um ótimo produto, e o usuário desengajado em um usuário engajado.


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