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Comunicação não violenta

Com a chegada da pandemia o Zoom, Google Meetings, Skype e outros aplicativos de reunião online acabaram virando nossos melhores amigos. Mas se já era difícil nos expressar e comunicar em algumas situações presencialmente, imagina através de uma tela!




Sabe quando você discute com aquela pessoa e na hora fala coisas sem pensar, mas depois fica pensando nos argumentos que poderia ter usado? Pois é, isso também acontece no ambiente corporativo. Muitas vezes podemos melhorar os processos de trabalho e ajudar os membros da nossa equipe de uma forma eficaz e produtiva, criando uma cultura mais aberta dentro da empresa.


A comunicação não violenta é uma forma de ajudar você a ser honesto, sem criticar, insultar ou passar por cima das outras pessoas. À primeira vista, isso parece fácil, mas na prática, pode acabar sendo bem difícil. Primeiramente ela diz que você precisa fazer algumas distinções entre:


· Observações X Avaliações

· Emoções X Pensamentos

· Necessidades universais X Estratégias

· Solicitações X Demandas


E se você acha que a comunicação não violenta funciona só com pessoas, está enganado. No marketing esse é um termo que tem sido cada vez mais usado. O principal objetivo é desenvolver a empatia com quem você está se comunicando. Para uma marca, é importante ter claro o que ela está observando, quais emoções quer despertar no consumidor, quais valores quer passar através da sua imagem e como seu marketing vai transmitir tudo isso.


Você já deve ter reparado como muitas marcas se comunicam de forma agressiva, impondo condições ou até usando muitos verbos indicativos que podem acabar promovendo a sensação de “ataque” ao consumidor. O marketing não violento deve começar com a correção da linguagem usada, porque nossas palavras refletem nossos pensamentos e moldam nossas ações, sensações e decisões.


Consequentemente a principal mudança começa a ser vista nos resultados e na lucratividade.

De modo geral, você deve ficar atento à quatro componentes:


· Observação – tente entender os comentários e críticas que estão surgindo antes de respondê-los;

· Sentimento - expressar como se sente vai te ajudar e muito a conquistar seus objetivos;

· Necessidades – entenda quais são as necessidades da sua marca e do seu consumidor, especificando adjetivos para garantir o entendimento final;

· Pedido – a forma que você vai aplicar todos os outros pontos acima e comunicá-los.


A nossa dica é: concentre-se na necessidade da pessoa, seja ela um consumidor ou um colaborador da empresa, faça solicitações e perguntas que envolvam todos no processo, seja ele de compra ou de realizações de demandas no trabalho. O importante é algo que muito se tem falado na era da conectividade que estamos vivendo, preste atenção no próximo, antes de apontar o dedo entenda suas necessidades e sentimentos, juntos vamos mais longe!

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