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Como sua marca pode surfar na onda do TikTok

Há algum tempo que o tiktok vem sendo apontado como a próxima grande tendência do marketing, mas no Brasil esse movimento ainda não estava tão forte. E é aí que as coisas mudaram! Com a chegada da quarentena jovens começaram a produzir mais do que nunca danças, desafios, tendências e memes no aplicativo Chinês, e em 5 meses um boom aconteceu entre os brasileiros.


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O TikTok é um app que se autodenomina um "destino para vídeos móveis de forma curta". De certa forma é uma versão curta do YouTube, com vídeos que variam entre 5 e 60 segundos de duração. Os criadores têm acesso a uma variedade de filtros e efeitos, bem como uma enorme biblioteca de música.

Como muitas marcas já haviam tentado explorar mais o app, mas não tiveram sucesso no passado, acabaram desistindo e até pegando “bode” da plataforma. No entanto, vale a pena rever os conceitos. Um relatório da consultoria Sensor Tower, mostra que o TikTok é o aplicativo mais baixado da AppStore (Apple) e o segundo em número de downloads na PlayStore (Android), atrás do WhatsApp.


Dado o seu público global, as marcas estão reconhecendo o potencial de marketing do TikTok e buscando maneiras de capitalizar sua popularidade. Mas, embora criar uma conta de marca e memes de surgimento possa ser tentador, os profissionais de marketing devem considerar cuidadosamente sua abordagem. Para navegar nesse novo mundo de conteúdo é necessário ter tempo para avaliar o ambiente e elaborar uma estratégia que se encaixe naturalmente com o conteúdo, criadores e público.


As marcas podem se envolver organicamente com os usuários, alcançá-los com publicidade paga, lançar hashtags ou trabalhar com influenciadores para espalhar conteúdo, tudo usando o avançado kit de ferramentas criativas do TikTok. A cada dia que passa o número de usuários só cresce, e até empresas jornalísticas já estão aderindo a plataforma chinesa para divulgar seu conteúdo.


Mas com a enorme quantidade de conteúdo carregado todos os dias, pode ser difícil para as marcas determinar os melhores parceiros. É por isso que alguns anunciantes podem optar por inteligência artificial, o que pode armá-lo com recomendações baseadas em dados sobre quais criadores de conteúdo melhor se alinham com seu público-alvo.


Uma dica é colocar a marca no meio de um contexto já estabelecido, por exemplo, a influenciadora Dani Soomin, uma menina brasileira com descendência asiática com 1.8M de seguidores, publicava vídeos tentando fazer pipoca sozinha na cozinha da sua mãe, mas nunca conseguia. O Guaraná Antártica então fechou uma parceria com ela em um vídeo, colocou a jingle “Pipoca e Guaraná” e mostrou ela conseguindo fazer a pipoca e tomando o refrigerante, o vídeo gerou vários duetos de pessoas tentando reproduzi-lo. Ela ainda fez outras parcerias com o Ifood e o Naked Nuts.


A plataforma hoje já conta até com uma moeda virtual que pode ser usada também para presentear dentro do TikTok. Quando um usuário os compra, pode convertê-los em diamantes ou emojis, e esses podem ser revertidos em dinheiro. Os preços das moedas começam em $1,39 por 100 coins, e vão até $139,00 por 10.000 coins.


Se tudo continuar caminhando como está, o TikTok se tornará cada vez mais relevante. Os profissionais de marketing devem considerar o uso de processos baseados em dados habilitados por tecnologia avançada, confiando nos instintos de influenciadores estabelecidos e encontrando maneiras inovadoras e naturais de se conectar com a comunidade do TikTok. Com as parcerias e criatividade certas, uma marca pode conquistar um bom público e bons resultados.

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