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arquétipos: estratégia de conexão


Sabe quando você vê uma marca e pensa “nossa ela tem tudo a ver comigo”? Pois é você não está sozinha! Não é à toa que muitas pessoas vestem a camisa de grandes empresas de carros, jóias, acessórios, tecnologia e diversos outros segmentos. Algumas marcas são realmente capazes de captar nossa atenção e geraram uma afinidade com o que está sendo vendido. É como se houvesse uma proximidade e confiança com aquela empresa. Mas você parou para pensar o porquê esses e não outros nomes do mercado estão gerando essa conexão?


Existe uma estratégia utilizada há algum tempo que pode ser a resposta. Para ser capaz de desenhar sua personalidade, as empresas se conectam inconscientemente com o público e acabam gerando lealdade, engajamento e mais conversões de vendas através dos chamados arquétipos.


Ao usá-los, fica mais fácil de definir a personalidade de uma marca, o que, por sua vez, permite que uma estratégia de marketing digital poderosa e coesa seja implementada. Os arquétipos são, em sua essência, personagens da história, cujo significado simbólico ou pessoal evoca reações emocionais no ouvinte.


Esse conceito foi pensado por Carl Jung, um psiquiatra suíço que usou o conceito de arquétipo em sua teoria da psique humana. Através de personagens míticos universais - arquétipos - que estão presentes no inconsciente coletivo, independente de raça, cultura ou nacionalidade, eles refletem padrões e motivações e acabam provocando emoções.


Existem 12 arquétipos (criador, explorador, fora da lei, bobo da corte, amante, prestativo, cara comum, inocente, governante, sábio, mago e herói), cada um desses cuidadosamente construídos refletem personas que alimentam a experiência humana, ajudando uma marca a descobrir sua identidade. Mas você deve estar pensando, e como isso tudo pode ser aplicado?


Cada arquétipo explora uma narrativa comum que irá influenciar o público alvo através de comportamentos e motivações. Junto com esse aspecto, eles também trabalham a questão de atribuir valor ao produto ou serviço que é vendido, que acaba impactando diretamente na forma que seu cliente verá a diferença que você faz no mundo. Por exemplo, o arquétipo de criador, que é naturalmente expressivo, original, imaginativo e deseja ver novas ideias tomarem forma, sendo ideal para marcas de tecnologia que estão constantemente inovando.



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Depois que uma marca escolhe seu arquétipo de história, ela pode criar uma narrativa poderosa e atraente que se relaciona com os desejos dos indivíduos, essencialmente permitindo que seu público-alvo se conecte mais com um a empresa e seu produto. A estratégia geral de marketing digital também pode ser conduzida com base no arquétipo definido, orientando onde seu foco de marketing deve estar, bem como quais plataformas de mídia social funcionarão melhor.


Os arquétipos são uma boa aposta para as marcas, refletindo os momentos que passamos na vida e gerando uma fácil identificação. Apesar desse não ser um conceito novo, são ferramentas poderosas para se diferenciar no mercado de forma autêntica e alinhada entre marcas e consumidores.




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